| João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque | |
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| João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque | |
| Governador da Paraíba | |
| Mandato | 22 de outubro de 1928 até 26 de julho de 1930 |
| Antecessor(a) | João Suassuna |
| Sucessor(a) | Álvaro Pereira de Carvalho |
| Vida | |
| Nascimento | 24 de janeiro de 1878 Umbuzeiro (Paraíba) |
| Falecimento | 26 de julho de1930 (52 anos) Recife |
| Partido | Republicano da Paraíba |
1930 - O ASSASSINATO DE JOÃO PESSOA
João Pessoa, eleito presidente da Paraíba em 1928, foi assassinado no dia 26 de julho de 1930, no interior de uma confeitaria em Recife, Pernambuco. De sua biografia consta que razões de cunho político motivaram o homicídio, mas outros relatos dão versão diferente ao acontecimento. Um deles pode ser encontrado no site da Assembléia Legislativa de Pernambuco, cujo endereço é www.alepe.pe.gov.br. O texto diz que:
Em 1928, foi eleito presidente do seu Estado (...) No ano seguinte teve seu nome lançado para vice-presidente na chapa de Getúlio Vargas, pela Aliança Liberal. (...) A campanha foi conturbada na Paraíba, principalmente quando um dos aliados de João Pessoa, o "coronel" José Pereira, chefe político no município de Princesa, rompeu com os aliancistas e aderiu (...) à candidatura Júlio Prestes e Vital Soares, apoiada pelo presidente Washington Luís. Sob o comando de Pereira, a cidade de Princesa iniciou uma rebelião contra o Governo estadual. Nesse período, realizou-se o pleito presidencial que deu a vitória à chapa governista. Inconformados com o resultado, os opositores iniciaram um movimento para impedir a posse de Júlio Prestes. (...) Sem armas para enfrentar os rebeldes, a Polícia paraibana passou a invadir casas e escritórios de pessoas suspeitas de estocar armamentos e munições destinadas aos comandados de José Pereira. O jornal paraibano A União noticiou, então, a invasão à casa de João Dantas, (...) de onde vários papéis foram confiscados. Entre essa documentação, estavam cartas de amor trocadas por Dantas e uma namorada, Anayde Beiriz. O episódio levou à exacerbação dos ânimos e culminou com o assassinato de João Pessoa, na Confeitaria Glória, no Recife, por João Dantas. Discute-se, ainda hoje, o real motivo do crime: se político ou passional.
fonte: recanto das letras
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